segunda-feira, 27 de setembro de 2010

SEGUNDA OBRA PICHADA


Segunda obra pichada na Bienal, de Kboco e Roberto Loeb (foto de Carlos Cecconello/Folhapress)

Parece que os ataques de pichadores se transformaram no principal atrativo da Bienal de São Paulo. No segundo dia da recente edição, já temos duas obras vandalizadas. A primeira foi a instalação de Nuno Ramos, que mantém três urubus presos numa jaula e que tem gerado muita polêmica junto aos "ambientalistas" de plantão. A segunda obra, de Kboco e Roberto Loeb, fica do lado de fora do pavilhão e amanheceu ontem com a palavra "invasor" escrita com spray.

Os organizadores assumiram a falta de cuidado em relação a esta última, embora estejam revistando todos os visitantes na entrada, além de os obrigarem a atravessar detectores de metal.

Não que eu entenda do assunto, mas a segurança me pareceu bastante eficiente, o que explica a longa fila que relatei ontem. Ainda assim, provavelmente surgirão outros problemas até o fim do evento, previsto para 12 de dezembro.


Leia mais: Folha Ilustrada

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